MS segue entre os estados com menores índices de informalidade do país
Taxa recua para 30,8% no fim de 2025, com redução de autônomos sem CNPJ e domésticos sem carteira
Dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apontam que a taxa de informalidade no mercado de trabalho de Mato Grosso do Sul recuou no último trimestre de 2025 e colocou o Estado entre os menores índices do país, atingindo apenas 30,8% da população ocupada, resultado inferior ao mesmo período de 2024.
RESUMO
Nossa ferramenta de IA resume a notícia para você!
A taxa de informalidade no mercado de trabalho de Mato Grosso do Sul recuou para 30,8% no último trimestre de 2025, colocando o estado na 6ª posição entre as menores taxas do país. Em números absolutos, 441 mil pessoas trabalhavam informalmente, uma redução de 7,4% em relação ao ano anterior. A diminuição foi impulsionada principalmente pela queda no número de trabalhadores por conta própria sem registro empresarial e empregados domésticos sem carteira assinada. Campo Grande, capital do estado, registrou taxa de 29,1%, ocupando a 7ª posição entre as capitais com menor informalidade.
O índice garantiu ao Estado a 6ª menor taxa entre as unidades da federação. Em números absolutos, cerca de 441 mil pessoas trabalhavam em condição informal entre outubro e dezembro. O contingente caiu 1,6% frente ao trimestre anterior e recuou 7,4% em relação ao ano anterior, indicando redução consistente desse tipo de vínculo.
- Leia Também
- Com mercado aquecido, MS consolida uma das menores taxas de desemprego do Brasil
- Entre números e histórias: assistência social entra na pauta do Parlamento em MS
O principal fator para a redução foi a diminuição no número de trabalhadores por conta própria, sem registro empresarial. Esse grupo somou 208 mil pessoas, com queda de 7,4% no trimestre e de 3,8% em 12 meses. Também houve retração entre empregados domésticos sem carteira assinada, que totalizaram 60 mil trabalhadores, queda de 17,4% na comparação anual.
Por outro lado, o número de empregados do setor privado sem carteira cresceu no trimestre, passando de 139 mil para 153 mil pessoas, embora ainda permaneça abaixo do nível observado um ano antes.
Apesar da redução, Mato Grosso do Sul perdeu uma posição no ranking nacional e passou da 5ª para a 6ª colocação entre os estados com menor informalidade. Ainda assim, manteve índice abaixo da média brasileira, que ficou em 37,6% no mesmo período.
Entre as capitais, Campo Grande apresentou taxa de informalidade de 29,1%, figurando como a 7ª menor do país. Para o cálculo da informalidade, são considerados trabalhadores sem carteira assinada, domésticos sem registro, autônomos sem CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), empregadores informais e trabalhadores familiares auxiliares.
Os dados integram a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostras a Domicílio) Contínua trimestral, pesquisa que monitora o mercado de trabalho e as características da população brasileira.
Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais.


