Superlua é registrada em MS; veja próxima data do fenômeno
Fenômeno chamou atenção na noite de sábado e foi fotografada pela reportagem entre Campo Grande e Terenos
Na noite de sexta-feira (3), a "superlua" foi no céu de Mato Grosso do Sul, registrada pelo Campo Grande News por volta das 19h30 na BR-262, entre Terenos e Campo Grande.
RESUMO
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A primeira superlua de 2024 foi registrada na noite de sexta-feira (3) em Mato Grosso do Sul, na BR-262, entre Terenos e Campo Grande. O fenômeno ocorre quando a Lua Cheia se aproxima do ponto mais próximo da Terra em sua órbita, aparentando maior tamanho e luminosidade. A próxima superlua visível no Brasil está prevista para 23 de dezembro de 2026. Para melhor visualização, recomenda-se observar o fenômeno em áreas com pouca poluição luminosa, olhando na direção leste logo após o pôr do sol. Não são necessários equipamentos especiais para apreciar o evento.
O fenômeno popularmente chamado de superlua ocorre quando a Lua Cheia se aproxima do ponto mais próximo da Terra em sua órbita (perigeu), fazendo com que o satélite natural aparente maior e mais luminoso no céu.
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Em 2026, essa foi a primeira lua cheia do ano e marcou o fim de uma sequência recente de luas próximas ao perigeu.
Segundo cálculos de astrônomos brasileiros, a próxima superlua que deverá ser amplamente observável acontecerá em 23 de dezembro de 2026, quando a Lua Cheia estará especialmente próxima da Terra e deverá aparecer mais brilhante no céu noturno.
Essa superlua de dezembro poderá ser vista em todo o Brasil, inclusive em Mato Grosso do Sul, desde que as condições meteorológicas sejam favoráveis, o que inclui céu limpo e pouca poluição luminosa.
Para observadores no campo e nas áreas menos urbanizadas, a visibilidade pode ser ainda melhor devido ao menor brilho artificial.
Entre as dicas para as próximas visualizações estão: olhar na direção do leste pouco depois do pôr do sol, quando a Lua nasce baixa no horizonte e pode parecer maior, e escolher locais com menor iluminação artificial para melhor contraste no céu.
Em geral, não são necessários equipamentos especiais; o olho nu ou um celular com boa câmera já capturam bem o fenômeno.
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