Com plantio de 250 mudas, praça passa a se chamar Bosque da COP15
Nome do espaço público foi aprovado pela Câmara Municipal, por meio da Lei 7.599

Praça pública no Bairro Carandá Bosque III recebeu 250 mudas de árvores frutíferas e nativas do Cerrado, deixando o legado da COP15 (Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres). O espaço fica entre as ruas Torquato de Camillo, Acrópole e Borealis.
RESUMO
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Uma praça pública no Bairro Carandá Bosque III, em Campo Grande, recebeu 250 mudas de árvores frutíferas e nativas do Cerrado como legado da COP15. O local foi oficialmente nomeado como Bosque da COP15, através da lei municipal 7.599, visando criar um refúgio para espécies migratórias. A iniciativa, realizada em parceria entre diferentes esferas governamentais, busca compensar as emissões de gases do efeito estufa do evento. Campo Grande, que planta 50 mil árvores anualmente, mantém pelo sétimo ano consecutivo o título internacional de Tree City of the World.
Com isso, segundo a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, a praça passa a se chamar Bosque da COP15.
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“A COP deixa um presente para Campo Grande, que é o Bosque da COP15, que foi aprovado pela Câmara Municipal, pela lei 7.599. Os animais que precisam viajar para sobreviver vão ter um lugar para se abrigar no bosque”, disse.
Adriane também destacou que Campo Grande tem 50 mil árvores plantadas por ano e que pelo 7° ano consecutivo, a Capital sul-mato-grossense foi reconhecida com o título internacional de Tree City of the World (Cidade Árvore do Mundo).
O presidente da COP-15, João Paulo Capobianco, falou sobre a receptividade da Capital. “O evento foi bem acolhido na cidade, é unânime em todas as delegações que estão participando”, pontuou.
O titular da Semadesc (Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Jaime Verruck também esteve presente. “Não tinha lugar melhor para ter esse evento, senão Mato Grosso do Sul”, disse.
Representante da CMS (Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres) de Benim, Gnido Assogba, destacou que em seu país existem as mesmas preocupações ambientais.
“Acho importante essa integração entre os países por lutar pela mesma causa. No meu país também estão lutando pela preservação da natureza e dos animais. Fiquei muito feliz de plantar a árvore, porque é uma memória que fica para a cidade, é um evento que marca”.
A professora Graciele Coimbra, moradora do bairro Carandá, foi ao local para levar o filho. Falou para o filho Thomas, de 7 anos, que daqui uns anos volta ao local para ver as árvores crescidas.
"A gente é muito conscientizado nessa parte ambiental, de nunca cortar, sempre plantar, cuidar de plantas", disse.
A iniciativa do plantio é realizada em parceria entre a Prefeitura de Campo Grande, Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e a Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres.
Além disso, contribui para compensar as emissões de gases de efeito estufa da COP15 e reforça a importância de práticas sustentáveis para a mitigação das mudanças climáticas.
O evento contou com a presença de representantes de delegações participantes, além de autoridades nacionais e internacionais ligadas à agenda ambiental.

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