Guarda que agrediu rapaz amarrado é suspenso por 10 dias
Servidor estava afastado das ruas desde julho de 2025, quando o caso foi divulgado
RESUMO
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Um Guarda Civil Metropolitano de Campo Grande foi suspenso por dez dias após envolvimento em caso de agressão a um jovem de 27 anos, em junho de 2025, no Bairro Morada Verde. O episódio, que foi filmado, mostra a vítima sendo amarrada por moradores e agredida por dois agentes. O caso ocorreu após uma suposta tentativa de furto de um pulverizador avaliado em R$ 600. No vídeo, o rapaz, que possui traços indígenas, aparece sendo sufocado e arrastado entre a vegetação e o asfalto, mesmo já estando imobilizado. Os dois agentes foram afastados das ruas e o caso segue em investigação.
O Guarda Civil Metropolitano Rodrigo Tosta foi suspenso por 10 dias. O servidor está envolvido na agressão de um rapaz de 27 anos, em junho de 2025, no Bairro Morada Verde, em Campo Grande. Na ocasião, a vítima foi amarrada por moradores e agredida por dois agentes de segurança. A ação foi filmada.
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A decisão da suspensão foi publicada no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande) desta quinta-feira (08). O texto é assinado pelo titular da Sesdes (Secretaria Especial de Segurança e Defesa Social), Anderson Gonzaga da Silva Assis, e diz que a determinação é por irregularidades funcionais, ou seja, após o processo administrativo, ficaram comprovadas infrações disciplinares.
O outro servidor envolvido no caso foi suspenso. Ambos foram afastados das ruas em agosto de 2025. Eles tiveram o porte de arma suspenso e os armamentos recolhidos. A decisão foi prorrogada em setembro e o caso segue sendo investigado.
Agressão – Vídeo enviado ao Campo Grande News mostra guardas municipais de Campo Grande espancando o jovem. Já imobilizado no chão, o rapaz de traços indígenas é ofendido, sufocado e arrastado por metros entre vegetação rasteira e o asfalto. As cenas são fortes.
A agressão, conforme apurou a reportagem, aconteceu no dia 4 de junho. O rapaz acabou preso e no dia seguinte foi liberado na audiência de custódia. Na ocasião, ele foi acusado de furtar pulverizador avaliado em R$ 600 da propriedade onde foi amarrado.
Quando o caso aconteceu, a companheira do rapaz procurou a polícia e contou que ele vivia em situação de rua por ser usuário de drogas.
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