O preço da comida pesa mais hoje no seu bolso do que há um ano?
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A enquete desta quarta-feira (7) pergunta: o preço da comida pesa mais hoje no seu bolso do que há um ano? Ao fim do texto, o leitor pode escolher entre as opções “sim”, “não” ou “igual” e também comentar sobre o tema nas redes sociais do Campo Grande News.
RESUMO
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A inflação dos alimentos continua sendo uma das principais preocupações no orçamento das famílias brasileiras. Segundo dados do IBGE, houve queda nos preços entre junho e setembro de 2025, com leve alta em outubro e nova queda em novembro. Apesar dos índices oficiais mostrarem oscilações, a percepção dos consumidores pode ser diferente, influenciada por fatores como renda, endividamento e mudanças no padrão de consumo. Em janeiro de 2025, o IPCA registrou alta de 0,96%, impactado principalmente por gastos essenciais.
Nos últimos anos, fazer as compras do mês virou desafio para muitas famílias. Mesmo com momentos de alívio nos índices oficiais, o gasto com alimentação segue como uma das principais preocupações do orçamento doméstico.
Em 2025, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os preços dos alimentos registraram queda por quatro meses consecutivos, entre junho e setembro, conforme o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Em outubro, o grupo alimentação e bebidas teve leve alta de 0,01%, mas voltou a recuar em novembro, com variação negativa de 0,01%. Os dados de dezembro ainda não foram divulgados.
No acumulado recente, porém, a inflação mostrou pressão. Em dezembro de 2024, o IPCA ficou em 1,18%. Já em janeiro de 2025, o índice foi de 0,96%, puxado principalmente por gastos essenciais, como alimentação, transporte e serviços.
Além dos números oficiais, a sensação de quem passa pelo caixa do supermercado envolve outros fatores, como renda, endividamento, promoções menos frequentes e mudanças no padrão de consumo. A percepção do consumidor nem sempre acompanha, na mesma proporção, os movimentos da inflação.
A enquete desta semana busca entender como essa realidade chega ao bolso da população e se 2026 começa melhor, igual ou pior do que o ano passado quando o assunto é o preço da comida.
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