Carro de mulher morta com tiro na testa é achado em matagal no Jardim Colúmbia
Mulher foi assassinada e corpo desovado na região da Cachoeira do Inferninho, nesta terça-feira
Um carro Volkswagen Polo prata foi encontrado abandonado em meio a um matagal na região do Jardim Colúmbia, em Campo Grande, na manhã desta quarta-feira (25). A polícia confirmou que ele pertence à mulher encontrada morta com um tiro na testa, na Cachoeira do Inferninho, nesta terça (24).
RESUMO
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O corpo de uma mulher foi encontrado com um tiro na testa próximo à Cachoeira do Inferninho, em Campo Grande, na manhã de terça-feira (24). A vítima, com idade entre 30 e 40 anos, possui uma tatuagem na costela com a frase "que seja infinito tudo aquilo que nos faz bem". Na manhã seguinte, um helicóptero da Polícia Militar localizou o carro da vítima, um Volkswagen Polo prata, abandonado em um matagal na Rua Jaraucu, no Jardim Colúmbia. A polícia investiga o caso e trabalha com a hipótese de que o corpo foi transportado até o local do crime em um veículo.
A Polícia Civil havia informado que ninguém havia aparecido para reconhecer o corpo da vítima até então. No entanto, a identidade dela já é de conhecimento das autoridades.
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O carro foi encontrado em um matagal na Rua Jaraucu por um helicóptero da Polícia Militar, que fazia rondas pela região. Ao ver o veículo na área, um apoio em terra foi acionado. Ao checar a placa, a polícia constatou-se ser da mulher assassinada.
Além da PM, perícia e investigadores da DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa) estão no local.
O caso - O corpo foi localizado na manhã de terça-feira (24), próximo a uma área de mata, em trecho de estrada de terra molhada. A mulher, branca, estatura de aproximadamente 1,65 metro e idade estimada entre 30 e 40 anos, vestia bermuda branca e tinha uma camiseta azul-escura sobre o tórax. A vítima possui uma tatuagem na costela com a frase “que seja infinito tudo aquilo que nos faz bem”.
No local, equipes constataram que a mulher apresentava uma perfuração na região frontal do crânio, possivelmente causada por disparo de arma de fogo. Havia muito barro no rosto, o que indica que o corpo pode ter sido deixado ali durante a noite.
A suspeita inicial é de que a mulher tenha sido assassinada horas antes e desovada na região. Marcas de pneus encontradas na estrada reforçam a hipótese de que o corpo tenha sido levado até o local em um veículo. A polícia também trabalha com a possibilidade de que a intenção fosse jogar o cadáver na cachoeira, mas o plano não foi concluído.
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