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Capital

Clínica de depilação é interditada por colocar "saúde de consumidores em risco"

Local estava com alvarás vencidos, sem licença sanitária e foi alvo de denúncias por problemas nos contratos

Por Ana Paula Chuva | 04/04/2025 17:28
Clínica de depilação é interditada por colocar "saúde de consumidores em risco"
Placa de suspensão temporária de atividade na porta da clínica (Foto: Paulo Francis)

"Por colocar a saúde dos consumidores em risco", clínica de depilação a laser localizada na Rua Euclides da Cunha, no Bairro Santa Fé, em Campo Grande, foi interditada pelo Procon (Secretaria Executiva de Orientação e Defesa do Consumidor) na manhã desta sexta-feira (4). Equipe da Decon (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra das Relações de Consumo) também esteve no local.

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Clínica de depilação a laser em Campo Grande é interditada pelo Procon e Decon por operar sem licença sanitária e alvarás vencidos, além de denúncias de descumprimento de contrato e terceirização irregular dos serviços. A empresa tem 20 dias para apresentar defesa e corrigir as irregularidades.

De acordo com a secretaria, as equipes estiveram no estabelecimento comercial para averiguar denúncia de descumprimento de contrato ao prejudicar o acesso dos clientes aos serviços ofertados pela clínica, além disso, estariam terceirizando os procedimentos de depilação a laser para um salão de beleza.

Com isso, foram identificadas cláusulas abusivas nos contratos que tem como jurisdição a sede da empresa em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, dificultando assim que o cliente fizesse a rescisão do documento ou conseguisse requerer seus direitos. Além de não existir a previsão da anulação em caso de não execução ou má prestação de serviços por parte da clínica.

As equipes também constataram que a clínica estava operando sem licença sanitária, dados do responsável técnico pela unidade e com alvarás de localização e funcionamento vencidos desde fevereiro de 2023, tendo então as atividades suspeitos por “colocar em risco a saúde do consumidor”.

Ainda conforme o Procon, a suspensão é temporária e dura até que as irregularidades sejam corrigidas. A empresa tem 20 dias para apresentar defesa junto ao órgão. O Campo Grande News entrou em contato do a Decon e foi informada que ninguém foi preso e as equipes estiveram no local para intimar uma pessoa.

Boletim de ocorrência registrado nesta sexta-feira relata que os policiais foram até a unidade para realizar uma fiscalização. Ao chegar no local, uma das funcionárias recusou se identificar e acabou sendo conduzida até a delegacia onde apresentou documento de identidade e foi liberada.

A reportagem entrou em contato pelo telefone de contato disponibilizado pela clínica, mas a ligação foi direto para a caixa de mensagem. O espaço segue aberto para posicionamento.

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