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Saúde e Bem-Estar

Anvisa proíbe venda de outra fórmula infantil por risco de toxina

Consumo do produto pode causar diversos sintomas, entre eles vômitos, diarreia e sonolência

Por Ana Paula Chuva | 19/03/2026 08:06
Anvisa proíbe venda de outra fórmula infantil por risco de toxina
Produto é fabricado pela empresa Danone e consumido por recém-nascidos (Foto: Divulgação | Anvisa)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária proibiu a venda, distribuição e uso de alguns lotes de fórmula infantil no Brasil após identificar risco de contaminação por toxina. A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (19). Em fevereiro, a Anvisa já havia determinado o recolhimento de dez lotes da fórmula infantil Alfamino 400g, da marca Nestlé, por conter níveis de selênio e iodo acima dos permitidos.

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A Anvisa proibiu a comercialização, distribuição e uso de três lotes da fórmula infantil Aptamil Premim 1 - 800g, fabricada pela Danone, após identificar risco de contaminação por cereulide, toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus. A medida preventiva afeta os lotes 2026.09.07, 2026.10.03 e 2026.09.09. O consumo do produto contaminado pode causar vômito persistente, diarreia e letargia. Pais e responsáveis que notarem sintomas devem buscar orientação médica ou contatar o fabricante.

De acordo com a agência, a decisão tem caráter preventivo e foi tomada após a identificação de risco de contaminação por cereulide, toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus, no produto indicado para recém-nascidos de até 6 meses.

Com isso, foi determinada a suspensão da venda, distribuição, produção e uso de três lotes do Aptamil Premim 1 - 800g, fabricados pela empresa da Danone. O consumo do produto contaminado pode causar sintomas como vômito persistente, diarreia, sonolência intensa e dificuldade de reação.

A recomendação é que pais e responsáveis não utilizem os produtos pertencentes aos lotes: 2026.09.07 (fabricado em 08/03/2025), 2026.10.03 (fabricado em 03/04/2025) e do 2026.09.09 (fabricado em 10/03/2025).

Quem já consumiu o produto e apresentar sintomas deve procurar orientação junto ao fabricante ou aos órgãos de saúde. A Anvisa reforça que a medida é preventiva e visa proteger a saúde de crianças, público mais vulnerável aos efeitos da contaminação.

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