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Capital

Açougue interditado armazenava 385 kg de carne imprópria para consumo

Polícia Civil identificou produção de linguiça sem inspeção e apontou risco grave à saúde pública

Por Viviane Oliveira | 30/08/2025 17:58
Açougue interditado armazenava 385 kg de carne imprópria para consumo
Aproximadamente 385 quilos de carne bovina e de frango foram apreendidos, parte deles já com mau cheiro (Foto: divulgação/Polícia Civil)

O açougue MD Casa de Carnes e Conveniência, no Bairro São Jorge da Lagoa, em Campo Grande, que foi interditado ontem (29), armazenava 385 kg de carne imprópria para consumo. O local havia sido denunciado por abate clandestino, mas as equipes encontraram diversas irregularidades no armazenamento e na manipulação dos alimentos.

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Um açougue localizado no Bairro São Jorge da Lagoa, em Campo Grande, foi interditado após fiscalização encontrar 385 quilos de carne bovina e de frango impróprios para consumo. O estabelecimento também produzia linguiça sem inspeção ou rastreabilidade. A proprietária, uma gestante de 35 anos, foi presa em flagrante pela Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo. Entre as irregularidades, destacam-se o banheiro dentro da sala de manipulação e a ausência de medidas de autocontrole, configurando risco à saúde pública.

Conforme a perícia e os fiscais do SIM (Serviço de Inspeção Municipal), aproximadamente 385 quilos de carne bovina e de frango foram apreendidos, parte deles já com mau cheiro. No estabelecimento também era feita a produção de linguiça sem qualquer tipo de inspeção, identificação de origem ou controle de rastreabilidade, em desacordo com as normas sanitárias.

A fiscalização constatou ainda que não havia medidas de autocontrole, como determina resolução. O banheiro ficava dentro da sala de manipulação da carne, o que aumenta os riscos de contaminação cruzada. Segundo o relatório, a situação representava risco grave à saúde pública e ao consumidor.

A proprietária de 35 anos, que está grávida de sete meses, foi presa em flagrante por policiais da Decon (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo). Ela responderá por vender ou expor à venda produtos impróprios para consumo. A pena varia de 2 a 5 anos de detenção, sem possibilidade de fiança nesta fase.

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