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Capital

Acusados de esfaquear homem 12 vezes no Jardim Tarumã são absolvidos pelo júri

Crime ocorreu na madrugada de 2 de junho de 2021, na Rua Verde Louro; defesa sustentou negativa de autoria

Por Clara Farias | 04/03/2026 15:10
Acusados de esfaquear homem 12 vezes no Jardim Tarumã são absolvidos pelo júri
Marcas de sangue da vítima espalhadas pela calçada (Foto: Paulo Francis/Arquivo)

Fábio Souza Santos e Adriano Souza Aguero, acusados de tentar matar Edson Rosa Rodrigues com 12 facadas, foram absolvidos na tarde desta quarta-feira (4), durante julgamento no Tribunal do Júri, em Campo Grande. O caso aconteceu em junho de 2021, na Rua Verde Louro, no Jardim Tarumã.

RESUMO

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Dois homens acusados de tentar matar Edson Rosa Rodrigues com 12 facadas foram absolvidos pelo Tribunal do Júri em Campo Grande. O crime ocorreu em junho de 2021, na Rua Verde Louro, após uma briga na madrugada. A vítima sobreviveu graças ao socorro médico imediato. O Ministério Público alegou que o crime teve motivação ligada ao tráfico de drogas, caracterizando motivo torpe.Durante o julgamento, a promotoria pediu a desclassificação da acusação para lesão corporal grave. A defesa contestou a autoria do crime e também defendeu a desclassificação. Após a votação, o júri decidiu pela absolvição dos dois réus. O caso gerou repercussão local devido à gravidade do ocorrido e à decisão judicial final.

Conforme a denúncia do Ministério Público Estadual, a tentativa de homicídio ocorreu na madrugada do dia 2 de junho, por volta das 5h30. A vítima foi atingida diversas vezes com golpes de instrumento perfurocortante e só sobreviveu porque recebeu socorro médico a tempo. Edson foi encontrado caído em frente à casa dos tios.

De acordo com o tio do esfaqueado, que estava dormindo no momento, ele escutou alguém pedindo socorro na rua. “Comentei com a minha esposa que estava tendo briga. Quando cheguei na frente de casa, era meu sobrinho caído no chão, no portão”, contou à reportagem na época.

O Ministério Público sustentou que o crime foi motivado por questões relacionadas à venda de drogas, o que configuraria motivo torpe. A acusação também apontou que o ataque teria sido praticado com recurso que dificultou a defesa da vítima.

Durante o julgamento, a promotora de Justiça pediu a desclassificação da tentativa de homicídio para lesão corporal grave. A defesa sustentou negativa de autoria e também defendeu a desclassificação. Após a votação, o Conselho de Sentença decidiu pela absolvição dos dois acusados.

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