Após alagamentos, prefeitura começa obra de drenagem na rotatória da Coca-Cola
Trecho ficou alagado com fortes chuvas; tubulação escoará água para córrego

Funcionários da Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos) cortavam esta manhã o asfalto para a instalação de tubulação que permita o escoamento de água na rotatória da Coca-Cola, na Avenida Gury Marques, perto da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul). O local é muito movimentado e, em dias de chuva, o trânsito fica muito prejudicado com a água acumulada em um dos trechos.
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A Prefeitura de Campo Grande iniciou obras de drenagem na rotatória da Coca-Cola, localizada na Avenida Gury Marques, próximo à UFMS. A intervenção visa solucionar problemas de alagamento que prejudicam o trânsito em dias chuvosos. Segundo a administração municipal, o problema surgiu após a desativação do sistema de drenagem na curva de acesso à Avenida Olavo Vilela de Andrade, durante obras realizadas pela empresa Coca-Cola em área particular. A nova tubulação captará água das bocas de lobo e a direcionará para o Córrego Bandeira, seguindo até o Lago do Amor e, posteriormente, ao Rio Anhanduí. As obras, que ainda não têm prazo para conclusão, exigem atenção redobrada dos motoristas devido ao isolamento parcial das pistas.
A Prefeitura atribuiu o alagamento à desativação do sistema de drenagem na curva de acesso à Avenida Olavo Vilela de Andrade, sentido de quem vai pro lado leste da Cidade. A tubulação vinha da região da saída para São Paulo e foi desativada na altura da fábrica de refrigerante pela empresa, em suas obras, conforme o município, no trecho em que passava pela área particular. Somente as chuvas volumosas dos últimos dias teriam evidenciado o problema.
Com isso, será preciso passar a tubulação para captar a água nas bocas de lobo da curva da rotatória, que não conseguiam escoar o volume, e drenar para o Córrego Bandeira, que passa na avenida.
Dali, a água da chuva seguirá pelo curso d’água até o Lago do Amor e desaguará no Rio Anhanduí, na Avenida Thyrson de Almeida, prolongamento da Ernesto Giesel.
Ainda não há definição para a conclusão da obra. Os servidores colocaram cones e faixa zebrada para isolar pistas da via e trabalhar no corte do asfalto para posterior colocação dos tubos. A passagem pelo trecho exige atenção adicional dos condutores, especialmente nos horários de pico. Quando a reportagem esteve no local, não havia agentes de trânsito para orientar os condutores.
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