Chuva forte derruba parte de muro de contenção do Córrego Prosa
Moradores da região relatam preocupação com a queda de detritos no curso da água

Parte do muro de contenção do Córrego Prosa, localizado na Avenida Fernando Corrêa da Costa, em Campo Grande, desmoronou após as fortes chuvas registradas entre o fim de fevereiro e o início de março.
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Parte do muro de contenção do Córrego Prosa, em Campo Grande, desmoronou após fortes chuvas entre fevereiro e março. O incidente ocorreu na Avenida Fernando Corrêa da Costa, onde o canteiro de terra cedeu, arrastando terra e pedras para o leito do córrego. Moradores da região, como Júlio César de Ribeiro, expressam preocupação com a falta de reparos e o risco de novos problemas durante períodos de chuva intensa. A Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep) informou que ainda não foi notificada oficialmente sobre o desmoronamento, mas enviará equipes para avaliar os danos e definir os reparos necessários. Enquanto isso, a população local permanece apreensiva, especialmente devido a episódios anteriores de transbordamento que causaram alagamentos na área.
No local, é possível perceber que o canteiro de terra cedeu, provocando o desmoronamento de parte da estrutura de concreto. Com a queda, terra e pedras foram arrastadas em direção ao leito do córrego.
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Moradores da região relatam preocupação com a situação, principalmente durante períodos de chuva intensa.
O morador do bairro Vila Rosa Pires, Júlio César de Ribeiro, de 55 anos, afirmou que o problema ocorreu em um dia de precipitação mais forte.
“O desmoronamento aconteceu de fevereiro para março, em um dia de chuva mais forte que teve. Até agora não vi ninguém vir aqui. Não fizeram nenhum trabalho de reparo. Veio só um pessoal de manutenção que cortou as árvores que ficam ao redor do córrego”, relatou.
Segundo ele, a poda das árvores foi realizada na semana passada, mas nenhuma intervenção foi feita na área onde houve o desmoronamento.
Júlio César também afirma que moradores e comerciantes próximos ao córrego ficam apreensivos sempre que chove forte. De acordo com ele, no passado já houve episódios de transbordamento que causaram alagamentos em estabelecimentos comerciais da região.
“Hoje em dia isso não acontece mais, já faz muitos anos que não transborda como antes, mas quando chove forte a gente sempre fica preocupado,” disse.
A reportagem entrou em contato com a Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos), que informou ainda não ter sido comunicada oficialmente sobre o ocorrido.
A pasta afirmou que enviará equipes ao local para avaliar os danos e definir como será feito o reparo no muro de contenção.
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