Diretor da Funesp pede exoneração após denúncia de suposta amante
Decreto foi publicado no Diário Oficial de Campo Grande nesta segunda-feira
Sandro Trindade Benites, de 51 anos, pediu exoneração do cargo de diretor-presidente da Funesp (Fundação Municipal de Esportes) após denúncia de violência doméstica contra uma mulher, de 43 anos, com quem mantinha um relacionamento. O desligamento de Sandro foi publicado no Diogrande nesta segunda-feira (9).
RESUMO
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Sandro Trindade Benites, de 51 anos, diretor-presidente da Funesp (Fundação Municipal de Esportes de Campo Grande), pediu afastamento do cargo após denúncia de violência doméstica. A vítima, uma mulher de 43 anos, registrou boletim de ocorrência na Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), alegando violência psicológica durante um relacionamento de seis anos. A Justiça deferiu medida protetiva, obrigando Sandro a manter distância mínima de 500 metros da vítima e proibindo qualquer contato. Ele alega que o afastamento é para "dedicar-se a esclarecer fatos de caráter pessoal". O caso ganhou repercussão após relatos da vítima sobre humilhações e invasão de privacidade.
De acordo com a Prefeitura de Campo Grande, o ex-diretor pediu o desligamento do cargo para “que possa dedicar-se a esclarecer fatos de caráter pessoal”. A Justiça deferiu, no último sábado (7), medida protetiva à vítima, que registrou boletim de ocorrência por violência psicológica contra Sandro Benites.
O registro da ocorrência foi feito na Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) por volta das 22h50. Segundo a vítima, os dois mantiveram um relacionamento de seis anos e, recentemente, ao saber que Sandro viajou com a esposa para a Europa, e não com o grupo de Legendários, como havia dito, ela decidiu romper o relacionamento.
Segundo ela, ao retornar da viagem, o ex-diretor foi até a casa da vítima de surpresa, tentou acessar o celular dela para ver com quem se comunicava e jogou o aparelho na cama. “Ele passou duas horas me humilhando”, disse à reportagem.
Ainda conforme a vítima, Sandro afirmou que ela deveria sair de casa, bancada por ele, e que a partir daquele momento a mulher não tinha mais nada financeiramente.
De acordo com a decisão da Justiça, Sandro deve manter distância mínima de 500 metros da vítima, familiares e testemunhas. Ele também fica proibido de se comunicar com ela por qualquer meio.
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