Menina passa o dia na casa do pai e volta com sinais de estupro
Vítima de 6 anos relatou que estava com outras crianças, mas que não gostou das brincadeiras
Uma menina de 6 anos foi atendida com sinais de possível violência sexual em uma unidade de saúde do Bairro Tiradentes, em Campo Grande, na tarde deste sábado (21). O caso foi registrado como estupro de vulnerável e é investigado pela Polícia Civil.
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Uma menina de 6 anos foi atendida em uma unidade de saúde de Campo Grande com sinais de possível violência sexual. O caso, registrado como estupro de vulnerável, está sob investigação da Polícia Civil. A criança apresentou alterações na região íntima, incluindo alargamento do hímen e possível lesão, após passar o dia anterior na casa do pai. A mãe notou desconforto e vermelhidão durante o banho, o que levou ao encaminhamento médico. O pai da menina colaborou com a investigação, solicitando imagens das câmeras de segurança do condomínio onde reside.
De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada após uma enfermeira informar que a criança deu entrada no local com indícios de abuso. A médica que realizou o atendimento constatou alterações na região íntima, incluindo alargamento do hímen e possível lesão.
A mãe relatou que a filha havia passado o dia anterior na casa do pai e retornou para casa na noite de sexta-feira. Durante o banho, a criança apresentou choro e desconforto, o que chamou a atenção. Ao observar a situação, a mãe percebeu vermelhidão e odor incomum na região íntima.
Inicialmente, a suspeita era de infecção, mas após encaminhamento e avaliação médica em unidade particular, foi indicada a necessidade de atendimento na rede pública para protocolo específico em casos de violência.
Na unidade de saúde do Tiradentes, uma nova avaliação confirmou os sinais compatíveis com possível abuso, momento em que a Polícia Militar foi acionada.
Segundo o registro, a criança mencionou apenas que costuma brincar com outras duas crianças no condomínio onde o pai reside, mas afirmou não gostar das brincadeiras.
O pai da menina também esteve na delegacia e informou que pediu para a síndica do condomínio as imagens das câmeras de segurança do local. O caso é investigado.
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