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Funcionária descobre empréstimo fraudulento com prejuízo de quase 16 mil

O contrato previa o pagamento em 48 parcelas de R$ 597,45

Por Ana Paula Chuva | 22/01/2026 07:52
Funcionária descobre empréstimo fraudulento com prejuízo de quase 16 mil
Imagem ilustrativa de mulher recebendo mensagem bancária (Foto: Juliano Almeida | Arquivo)

Funcionária de uma transportadora em Dourados registrou boletim de ocorrência após descobrir que um empréstimo foi feito em seu nome sem autorização. A fraude só veio à tona depois que o contador da empresa onde ela trabalha identificou o desconto irregular e a alertou sobre a operação financeira.

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Uma funcionária de transportadora em Dourados descobriu um empréstimo fraudulento em seu nome após alerta do contador da empresa. O contrato, realizado junto ao Banco do Brasil via conta GOV.BR, totaliza R$ 16.077,32, com 48 parcelas de R$ 597,45. A vítima, que trabalha na Transportadora Transvitória, nega ter autorizado a operação. O banco informou que o empréstimo não consta em sua conta corrente. O caso foi registrado como estelionato na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário e está sob investigação da Polícia Civil.

De acordo com o registro policial, a vítima atua na empresa e foi informada pelo contador de que havia um empréstimo vinculado ao seu nome. A partir disso, ela verificou que a operação teria sido realizada junto ao Banco do Brasil, no valor total de R$ 16.077,32, sendo R$ 15.793,26 efetivamente liberados.

O contrato prevê o pagamento em 48 parcelas de R$ 597,45, com início dos descontos em janeiro de 2026 e término em dezembro de 2029. Conforme o boletim, o empréstimo teria sido contratado por meio da conta GOV.BR, utilizando carteira digital, na modalidade de empréstimo governamental.

A comunicante afirma que jamais solicitou ou autorizou qualquer tipo de financiamento e que não reconhece a operação. Ao procurar atendimento no Banco do Brasil, foi informada de que o empréstimo não consta em sua conta corrente, sem que fossem apresentados, até o momento, esclarecimentos sobre a origem da contratação.

O caso foi registrado como estelionato na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) e a vítima apresentou holerite e imagens com os dados do contrato para comprovar a denúncia. A Polícia Civil investiga o caso.