Motorista de ambulância é preso com delivery de emagrecedores ilegais
Suspeito usava WhatsApp para anunciar tirzepatida contrabandeada e vendia ampolas prontas
Um motorista de ambulância, de 42 anos, foi preso em flagrante nesta quarta-feira (21) em Brasilândia por contrabando de medicamentos, após ser flagrado realizando delivery de emagrecedores ilegais no município. A ação foi conduzida pela Polícia Civil, a partir de denúncias anônimas sobre a comercialização irregular de produtos de origem estrangeira.
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Um motorista de ambulância, de 42 anos, foi detido em Brasilândia por realizar entregas de medicamentos emagrecedores ilegais. A prisão ocorreu após denúncias anônimas sobre a comercialização irregular de produtos de origem paraguaia, especificamente a tirzepatida T.G. O suspeito utilizava redes sociais para anunciar o medicamento, oferecendo ampolas separadas e kits com quatro unidades. Durante a abordagem policial, foram encontradas seringas já preparadas sem controle sanitário. O homem confessou a importação e revenda ilegal, sendo autuado por contrabando, crime com pena de 2 a 5 anos de prisão.
Após monitoramento e campana, os policiais abordaram o suspeito enquanto ele conduzia uma motocicleta Honda Biz. No compartimento do veículo, foram encontradas ampolas e seringas já preenchidas com tirzepatida T.G., medicamento de procedência paraguaia, cuja importação e revenda são proibidas no Brasil.
Durante a apuração, a polícia identificou que o homem anunciava o medicamento por meio das redes sociais. No material, ele oferecia “encomendas” de tirzepatida, indicava dosagens, citava caixa com quatro ampolas e informava que também vendia ampolas separadas, caracterizando a prática de comercialização ativa com entrega.
O motorista confessou informalmente que adquiria o produto no exterior e o revendia em território nacional sem autorização dos órgãos sanitários competentes. Conforme a Polícia Civil, as seringas estavam previamente preparadas, sem qualquer controle sanitário ou comprovação de origem, o que representa grave risco à saúde pública.
Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à delegacia e autuado em flagrante por contrabando, crime previsto no artigo 334-A do Código Penal, com pena de 2 a 5 anos de prisão. A identidade não foi revelada. Ele permanece à disposição da Justiça.
A Polícia Civil reforça que denúncias podem ser feitas de forma anônima e contribuem diretamente para a proteção da sociedade.
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