Operação mira traficantes que alugavam casas para guardar droga em MS
Investigação da Defron cumpriu mandados de busca no interior paulista e prendeu um homem em Caarapó
A Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira) deflagrou nesta quinta-feira (26) a Operação Inquilinos, contra organização criminosa integrada por traficantes paulistas que alugavam casas em Mato Grosso do Sul para depósito de droga trazida do Paraguai.
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A Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira) realizou operação contra grupo criminoso que alugava casas em Mato Grosso do Sul para armazenar drogas vindas do Paraguai. A ação resultou na prisão de um suspeito em Caarapó, flagrado com arma e munições. A investigação teve início após a descoberta de um depósito com 4 toneladas de maconha e duas caminhonetes roubadas em outubro. Três pessoas são investigadas por envolvimento no esquema: duas mulheres de Caarapó e um homem de Botucatu (SP), responsáveis pelo pagamento dos aluguéis.
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Caarapó, a 274 km de Campo Grande, e em Botucatu (SP). No interior paulista, o alvo foi um homem de 32 anos, envolvido na locação e pagamento dos imóveis.
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Já na cidade sul-mato-grossense, foram alvos dos mandados de busca duas mulheres, de 27 e 34 anos, e um homem de 33 anos. O investigado foi preso em flagrante com uma pistola 9mm com numeração raspada e 50 munições. Em Botucatu, não houve prisão. A operação contou com o apoio do DOF (Departamento de Operações de Fronteira), da Delegacia de Polícia de Caarapó e da Polícia Civil de São Paulo.
De acordo com a Defron, a organização passou a ser investigada após o DOF descobrir um depósito de drogas em Caarapó, em outubro de 2025. Denúncia anônima revelou movimentação suspeita de indivíduos e veículos na casa, na Rua 15 de Novembro, no Centro.
Na residência, foram apreendidas duas caminhonetes Toyota Hilux com restrição criminal e 4 toneladas de maconha. Uma Hilux tinha sido furtada em Joinville (SC) e a outra em Uberlândia (MG). Não havia ninguém na casa.
A investigação apontou que as duas mulheres de Caarapó e o morador de Botucatu pagavam o aluguel do imóvel onde a droga foi encontrada. As investigações continuam para identificar demais integrantes da organização criminosa.
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