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Economia

Cresce fatia das classes A, B e C em Mato Grosso do Sul

Levantamento aponta avanço de 3,79 pontos percentuais entre 2022 e 2024

Por Kamila Alcântara | 22/01/2026 12:55
Cresce fatia das classes A, B e C em Mato Grosso do Sul
Pessoas caminhando no centro de Campo Grande (Foto: Henrique Kawaminami)

Mato Grosso do Sul ampliou a participação da população nas classes A, B e C entre 2022 e 2024. Segundo estudo da FGV (Fundação Getulio Vargas), o percentual passou de 80,28% para 84,07%, um avanço de 3,79 pontos percentuais no período. O dado foi divulgado pelo governo federal e atribuído, principalmente, ao aumento da renda do trabalho e à integração de políticas públicas.

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Mato Grosso do Sul registrou aumento significativo na participação das classes A, B e C entre 2022 e 2024, segundo estudo da Fundação Getulio Vargas. O percentual subiu de 80,28% para 84,07%, representando um crescimento de 3,79 pontos percentuais.O avanço é atribuído ao incremento da renda do trabalho e à integração de políticas públicas. No cenário nacional, 17,4 milhões de pessoas deixaram a pobreza no mesmo período, resultado da combinação entre renda laboral e programas federais como Bolsa Família e BPC.

De acordo com o levantamento, entram nessas faixas as pessoas com renda familiar acima de quatro salários mínimos, patamar que inclui desde a chamada classe média até os estratos de maior renda. A pesquisa considera como classe A rendas acima de 20 salários mínimos, classe B entre 10 e 20, e classe C entre quatro e 10 salários mínimos.

Ao comentar os números, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou que os resultados indicam a eficácia das políticas voltadas à população de baixa renda. Segundo ele, famílias que antes estavam cadastradas em programas sociais teriam avançado para a classe média, impulsionadas por acesso a trabalho, educação e crédito.

No plano nacional, o mesmo estudo aponta que 17,4 milhões de pessoas deixaram a pobreza e passaram a integrar classes de maior renda no mesmo intervalo, o que representa crescimento de 8,44 pontos percentuais em todo o país.

O relatório associa esse movimento à combinação entre renda do trabalho e programas federais, como o Bolsa Família (Programa Bolsa Família) e o BPC (Benefício de Prestação Continuada), além de iniciativas de acesso à educação e ao crédito.

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