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Simone agora vive e vota em bairro dos ricaços em SP

Por Jhefferson Gamarra e Thaila Torres | 28/03/2026 07:00
Simone agora vive e vota em bairro dos ricaços em SP
Simone durante votação no Lúcia Martins Coelho em 2022 (Foto: Arquivo)

Mala e cuia - A ministra Simone Tebet oficializou sua mudança para São Paulo ao transferir o domicílio eleitoral. Cotada para disputar uma vaga ao Senado ou até o governo paulista, ela deixou como local de votação a Escola Lúcia Martins Coelho, em Campo Grande, para passar a votar em um dos bairros mais ricos da capital paulista: em Higienópolis.  A ministra agora passa a viver na região nobre e votar na 1ª zona eleitoral, localizada no prédio do Colégio Presbiteriano Mackenzie, uma das instituições mais chiques do País.

Troca em andamento — Apesar de já ter confirmado a saída do MDB rumo ao PSB, a ministra ainda mantém vínculo formal com o partido ao qual é filiada desde 3 de outubro de 1997. No entanto, não deve chegar a completar “Bodas de Pérola” na sigla, já que consta o registro de desfiliação, com pendência de comunicação à Justiça Eleitoral, realizado na última sexta-feira (27).

Revolta estudantil - Mesmo sem um show completo, a presença de Ney Matogrosso mobilizou uma multidão em frente ao Teatro Glauce Rocha, superando a expectativa de público na quinta-feira. Do lado de fora, principalmente entre os mais jovens que não conseguiram entrar, o coro foi direto contra a reitora Camila Ítavo, com musiquina autoral.

Não cabe - Os estudantes reclamaram do tamanho do local escolhido para o evento, que serviu para entregar o titulo Honoris Causa ao cantor. “Reitora, cê fez errado. O Ney não cabe nesse teatro”, cantaram os acadêmicos. A cena chamou atenção também pela quantidade de fãs jovens, surpreendendo quem ainda associa o artista a outras gerações e mostrando a força atual do seu público.

Representatividade - A Polícia Rodoviária Federal nomeou a primeira mulher Diretora de Operações da história da corporação, e ela é de Mato Grosso do Sul. O cargo será ocupado pela policial Nadia Zilotti, que até então estava à frente da diretoria de inteligência da instituição. Nadia já atuou no estado antes de assumir funções de destaque nacional. Servidora pública desde 2003, iniciou sua trajetória como Bombeira Militar em MS e desde 2006, integra a PRF e é graduada em Direito pela UFMS.

Prestação de contas – A Funsat (Fundação Social do Trabalho de Campo Grande) irá apresentar o Relatório de Gestão do Primt (Programa de Inclusão ao Mercado de Trabalho) em audiência pública na Câmara Municipal, no dia 1º de abril, às 9h. Os dados serão apresentados pelo diretor-presidente da Funsat, João Henrique Lima Bezerra, e incluem informações sobre os beneficiários do programa, editais de seleção, recursos aplicados, lotação dos profissionais nas secretarias, cumprimento das reservas de vagas previstas em lei, além das qualificações ofertadas.

Super guardado - A Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul ainda não teve acesso ao projeto de reforma do estádio Morenão. O documento segue sob sigilo e, até agora, ninguém fora do governo sabe exatamente o que está previsto. Nem escopo, nem custo, nem prazo. A assinatura do repasse da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) para o governo do Estado está prevista para a próxima semana.

Tema sensível - O ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Serafim Costa Filho, apontou que a concessão de hidrovias deve ser um assunto a ser conduzido com uma narrativa bem estruturada por ser um tema sensível em ano eleitoral por conta da questão ambiental. Ao se reunir com setores da navegação, no encontro Café Hidroviário, em Brasília, ele citou os esforços de avançar na concessão da Hidrovia do Rio Paraguai, a primeira a ser conduzida pelo governo, e mencionou preocupação com a contaminação do debate pelo debate eleitoral, citando, inclusive, risco de ser alvo de fake news.

Tratativas - Costa Filho, que está às vésperas de deixar o ministério para se dedicar às eleições, apontou que o Governo Federal está acelerando os trâmites para as licenças ambientais e também em articulação com os países vizinhos, Paraguai e Bolívia, para não haver entraves no certame. Para ele, concretizar a concessão será estratégico para o governo, pela relevância do modal de transporte.

Novos leitores - O número de consumidores de livros no Brasil cresceu em 2025, com 18% da população adulta tendo comprado ao menos um exemplar, o que representa cerca de 3 milhões de novos leitores em relação a 2024, segundo pesquisa da Câmara Brasileira do Livro. O avanço foi puxado principalmente pelos jovens de 18 a 34 anos e pelo público feminino, com destaque para mulheres negras da classe C.