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Capital

Mansão e jornal são alvos do Gaeco em área nobre de Campo Grande

Um dos imóveis tem na fachada placa da "Dakila Comunicações", marca do grupo de pesquisa de Urandir Fernandes

Por Aline dos Santos e Dayene Paz | 21/01/2026 08:20


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Mansão localizada na Vila Nascente, em Campo Grande, é alvo de operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) na manhã desta quarta-feira. A ação conta com apoio do Batalhão de Choque da Polícia Militar. O imóvel, situado na Rua Chafica Fatuche Abussafi, possui sistema de segurança reforçado, com concertina, alarme e câmeras. Segundo informações extraoficiais, a operação investiga possíveis fraudes em licitações.


Dois imóveis na Vila Nascente, região do Carandá Bosque, área nobre de Campo Grande, são alvos de operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), na manhã desta quarta-feira (dia 21). O primeiro é um sobrado do empresário Elir Souza, o outro é um escritório apontado como sede do "Jornal Impacto".

O prédio passa por ampliação e tem na fachada a placa: "Futuras instalações da Dakila Comunicações", marca do grupo de pesquisa de Urandir Fernandes, conhecido por criar a comunidade Zigurats em Corguinho e a moeda digital BDN.

Duas caminhonetes S10 descaracterizadas estão em frente aos imóveis que ficam a metros de distância, na Rua Chafica Fatuche Abussafi. Depois de entrar no sobrado, os policiais seguiram para o escritório do jornal, que fica na esquina e seguem dentro do imóvel.

Além de uma viatura do Batalhão de Choque da PM (Polícia Militar). A informação extraoficial é de que a operação é contra fraude em licitação. Os motivos da ação, porém, não foram detalhados.

Mais tarde, o advogado Renan Augusto Vieira, que representa o jornal Impacto foi até o escritório. Em entrevista, disse que ainda não teve acesso aos mandados e somente depois disso poderia ser manifestar. "Nós nos colocamos à disposição".

Questionado se os mandados tem como alvo o ufólogo Urandir Fernandes de Oliveira, disse que ele "não faz parte". Sobre Eli Souza, acrescentou que "isso que nós vamos apurar".

A reportagem também entrou em contato com o advogado Danilo Catalunga, que representa Urandir Fernandes em vários processos. Ele disse que o ufólogo não é alvo de qualquer operação e desconhece a ação em Campo Grande. (Colaborou Silvia Frias).

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Mansão e jornal são alvos do Gaeco em área nobre de Campo Grande
Caminhonete descaracterizada do Gaeco em frente a imóvel. (Foto: Dayene Paz)


#atualizado ás 9h45 para acréscimo de informações.