Fevereiro começa com alívio no preço do gás para indústria e motoristas
MSGÁS anuncia redução nas tarifas do GNV, GNC e setor industrial

A conta do gás natural vai ficar um pouco mais leve a partir de fevereiro em Mato Grosso do Sul. A MSGÁS anunciou redução nas tarifas para setores considerados estratégicos, após a queda no preço da molécula do gás natural praticado pela Petrobras.
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A MSGÁS anunciou redução nas tarifas do gás natural em Mato Grosso do Sul a partir de fevereiro. O setor industrial terá diminuição de 2,5%, enquanto o Gás Natural Veicular (GNV) registrará queda de 5,5%. O Gás Natural Comprimido (GNC) terá redução de 4%. As tarifas para os segmentos residencial, comercial e de cogeração permanecerão inalteradas. A medida acompanha a variação do preço cobrado pela Petrobras e visa repassar ao consumidor os efeitos da queda no custo do gás, sem criar distorções tarifárias.
Na prática, a diminuição atinge principalmente quem movimenta a economia no dia a dia. O segmento industrial terá redução aproximada de 2,5% nas tarifas. Já o Gás Natural Veicular (GNV), usado por motoristas e frotas, registra queda maior, em torno de 5,5%. No caso do Gás Natural Comprimido (GNC), a redução é estimada em 4%.
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Os novos valores passam a valer a partir de 1º de fevereiro, abrindo espaço para custos operacionais um pouco menores — especialmente para empresas, transportadores e serviços que dependem diretamente do insumo.
Segundo a companhia, o reajuste acompanha a variação do preço cobrado pela Petrobras e segue as regras contratuais e regulatórias do setor. O objetivo é repassar ao consumidor os efeitos da queda no custo do gás, sem criar distorções tarifárias.
Para quem usa o gás em casa ou no comércio, porém, nada muda por enquanto. As tarifas dos segmentos residencial, comercial e de cogeração permanecem inalteradas. Nesses casos, o sistema funciona por meio da chamada conta gráfica, mecanismo regulatório que registra as variações de custo para eventual compensação futura, garantindo maior estabilidade e previsibilidade nas contas.
Com o novo ajuste, o gás natural volta ao centro do debate econômico no Estado — não apenas como fonte de energia, mas como fator direto de competitividade, especialmente em um momento em que empresas buscam reduzir despesas e manter o fôlego diante dos altos custos de produção.

