2ª safra de milho deve alcançar 11,1 milhões de toneladas em Mato Grosso do Sul
A produtividade deve ter queda de 22%, alcançando 84,2 sacas por hectare
A segunda safra de milho, do ciclo 2025/2026, deve alcançar produção de aproximadamente 11,1 milhões de toneladas em Mato Grosso do Sul, de acordo com dados da Aprosoja/MS (Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul).
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A segunda safra de milho em Mato Grosso do Sul, ciclo 2025/2026, deve atingir 11,1 milhões de toneladas, com área estimada de 2,2 milhões de hectares, segundo a Aprosoja/MS. A produtividade média prevista é de 84,2 sacas por hectare, 22% menor que a safra anterior. Na primeira semana de março, 65,7% da área já estava semeada. O milho ocupa 46% das áreas de sucessão após a soja, dividindo espaço com culturas como sorgo, milheto e pastagens, demonstrando uma tendência de diversificação nas propriedades.
A área destinada está estimada em cerca de 2,2 milhões de hectares. As estimativas atuais indicam uma produtividade média de 84,2 sacas por hectare, 22% inferior às 108 sc/ha do ciclo passado.
"As estimativas consideram um cenário de acomodação após a safra anterior, considerada atípica em função das condições climáticas favoráveis que contribuíram para níveis elevados de produtividade. Para o ciclo atual, a projeção indica rendimento mais próximo dos patamares observados na média histórica", aponta o assessor técnico da Aprosoja/MS, Flavio Aguena.
Ele explicou também que a área de hectares passa por oscilações. "Historicamente, a área dedicada ao milho segunda safra no estado apresenta oscilações nas últimas safras, geralmente variando entre 2,1 milhões e 2,3 milhões de hectares, conforme as condições de mercado, clima e estratégias adotadas pelos produtores", completou.
Na primeira semana de março, 65,7% da área estimada já havia sido semeada, o equivalente a 1,4 milhão de hectares. O avanço ocorre paralelamente à colheita da soja.
Ainda de acordo com Aguena, ao longo dos anos foi observada a diversificação das culturas implantadas na 2ª safra.
"Embora o milho permaneça como uma das principais opções em muitas regiões, outras alternativas vêm ganhando espaço dentro das propriedades", disse.
O milho ocupa 46% das áreas de sucessão após a soja. O restante das áreas deve ser ocupado com culturas como sorgo, milheto e pastagens.
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