Monitoramento prevê chuva irregular e calor acima da média até abril em MS
Boletim climático indica precipitações abaixo do esperado e temperaturas elevadas para os próximos três meses

O Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima) de Mato Grosso do Sul divulgou no boletim climático para o trimestre fevereiro, março e abril de 2026, uma expectativa de chuvas irregulares e temperaturas do ar ligeiramente acima da média histórica no Estado.
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O Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec) de Mato Grosso do Sul prevê chuvas irregulares e temperaturas acima da média para o trimestre de fevereiro a abril de 2024. A precipitação deve ficar abaixo da média histórica, que varia entre 300 mm e 500 mm na maior parte do estado. As temperaturas médias devem oscilar entre 22°C e 26°C, com valores mais elevados na região noroeste. O boletim indica ainda neutralidade do fenômeno ENOS, sem influência direta do El Niño ou La Niña nas condições meteorológicas locais, demandando atenção especial dos setores agrícola e de recursos hídricos.
A previsão foi baseada nos modelos climáticos ensemble da Copernicus. Os dados apontam volumes de precipitação com distribuição irregular e, em grande parte do território, abaixo da média histórica para o período analisado. A média histórica de chuvas acumuladas nesse trimestre varia em torno de 300 mm a 500 mm na maior parte do Estado, com tendências de variações regionais.
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Já a tendência para as temperaturas médias do ar aponta para valores próximos ou ligeiramente acima da média histórica, favorecendo condições mais quentes do que o normal em Mato Grosso do Sul nos próximos meses. As temperaturas climatológicas médias para o trimestre de fevereiro, março e abril, oscilam entre 22°C e 26°C na maior parte do Estado, com valores maiores no noroeste.
O boletim também analisa o fenômeno climático ENOS (El Niño-Oscilação Sul) e indica uma alta probabilidade de condições de neutralidade durante o trimestre, sem influência direta do El Niño ou La Niña sobre as condições meteorológicas locais.
A irregularidade na distribuição das chuvas reforça a necessidade de atenção, sobretudo para setores como a agricultura, recursos hídricos e controle de eventos climáticos extremos ao longo do trimestre que abrange o final do verão e início do outono.
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