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Capital

Equipes estarão nos blocos para orientar e acolher vítimas de assédio

Iniciativa reforça importância do consentimento e divulga canais de denúncia

Por Kamila Alcântara | 14/02/2026 08:15
Equipes estarão nos blocos para orientar e acolher vítimas de assédio
Mulher aplica tatuagem temporária contra assédio durante o Carnaval (Foto: Reprodução / Instagram)

A Semu (Secretaria Executiva da Mulher), leva às ruas durante o Carnaval a campanha “Não é Não”, com foco na prevenção ao assédio e a outras formas de violência, especialmente contra mulheres.

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A Secretaria Executiva da Mulher (Semu) realiza a campanha "Não é Não" durante o Carnaval, visando prevenir assédio e violência contra mulheres. A ação acontece de 14 a 17 de fevereiro, com equipes presentes nos blocos de rua e no desfile das escolas de samba na região da Praça do Papa.A iniciativa conta com participação integrada de diversos órgãos municipais, incluindo as secretarias de Assistência Social, Saúde e a Patrulha Maria da Penha. As equipes distribuirão material informativo e oferecerão suporte às vítimas, reforçando a importância do consentimento e os canais oficiais de denúncia.

A ação começa neste sábado (14) e vai até terça-feira, dia 17, com equipes nos blocos de rua e no desfile das escolas de samba, na região da Praça do Papa. A proposta é orientar foliões, distribuir material informativo e reforçar a rede de apoio disponível no município.

Segundo a secretária executiva da Mulher, Angélica Fontanari, a campanha busca garantir que a festa ocorra em ambiente de respeito. Ela afirma que o objetivo é orientar a população sobre consentimento e assegurar apoio a quem se sentir em situação de violência.

A mobilização contará com atuação integrada de diferentes órgãos municipais. Participam das ações a SAS (Secretaria Municipal de Assistência Social), a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), que manterá ponto fixo de atendimento nos locais dos eventos, além da Fundação Municipal de Cultura e da Patrulha Maria da Penha, vinculada à Sesdes (Secretaria Especial de Segurança e Defesa Social).

A orientação é que vítimas ou testemunhas de assédio procurem as equipes identificadas durante os eventos ou acionem os canais oficiais de denúncia. A campanha reforça que consentimento é indispensável e que qualquer forma de violência deve ser denunciada.

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