TJ cria grupo de trabalho para tirar do papel Fórum Criminal de R$ 98 milhões
A Prefeitura de Campo Grande doou o terreno na Rua Barão do Rio Branco
O TJMS (Tribunal de Mato Grosso do Sul) criou grupo de trabalho para que o Fórum Criminal de Campo Grande saia do papel. Ao custo de R$ 98 milhões, o imóvel será construído no atual endereço da BPMTran (Batalhão de Trânsito da Polícia Militar), na Rua Barão do Rio Branco, no Jardim dos Estados, em Campo Grande. A via já abriga o fórum da cidade, que atende tanto causas cíveis quanto criminais.
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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul instituiu um grupo de trabalho para viabilizar a construção do novo Fórum Criminal de Campo Grande, orçado em R$ 98 milhões. O empreendimento será erguido no atual endereço do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, na Rua Barão do Rio Branco. O projeto prevê uma área construída de 11 mil metros quadrados e seis varas criminais. A execução da obra está programada para iniciar em 2026, com duração estimada de cinco anos. A prefeitura já sancionou a lei que doa o terreno ao Estado, e o tribunal contratou empresa para realizar o levantamento topográfico da área.
O grupo foi oficializado pelo presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Dorival Renato Pavan, que vai presidir os trabalhos. As atividades serão inerentes ao desenvolvimento do projeto, licitação e construção do Fórum Criminal.
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Conforme a portaria, o grupo poderá convocar outros magistrados e servidores, que tenham conhecimentos técnicos para contribuir com o bom andamento dos trabalhos, sem necessidade de designação formal.
O projeto prevê seis varas e área construída de cerca de 11 mil metros quadrados.
Em 17 de dezembro, a prefeita Adriane Lopes (PP) sancionou a lei que doou o terreno para o governo do Estado.
Segundo o Plano de Obras do TJMS, a execução deve durar aproximadamente cinco anos. A previsão é iniciar os trabalhos em 2026. Antes da sanção, o tribunal iniciou etapas preliminares do empreendimento.
Em novembro, o TJMS contratou a GVC Engenharia, Projeto e Avaliações Ltda., de Londrina (PR), por R$ 11,3 mil. O contrato prevê levantamento topográfico da área e foi formalizado por dispensa de licitação.
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