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Economia

Conselho aprova R$ 129,3 milhões para empréstimos em MS

Foram R$ 46,6 milhões para o setor empresarial e R$ 83,1 milhões para o rural

Por Izabela Cavalcanti | 29/01/2026 08:21
Conselho aprova R$ 129,3 milhões para empréstimos em MS
Reunião do FCO na quarta-feira, conduzida por Rogério Beretta, que está na ponta da mesa (Foto: João Prestes/Semadesc)

O Ceif/FCO (Conselho Estadual de Investimentos Financiáveis pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) aprovou R$ 129.300.536,29 em empréstimos para Mato Grosso do Sul. Ao todo, foram 73 cartas-consultas, sendo 18 para o setor empresarial no valor de R$ 46.163.801,13 e 55 para o setor rural, de R$ 83.136.735,16.

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O Conselho Estadual de Investimentos Financiáveis pelo FCO (Ceif/FCO) aprovou R$ 129,3 milhões em empréstimos durante reunião online realizada na quarta-feira. Foram autorizadas 73 cartas-consultas, sendo 18 para o setor empresarial e 55 para o rural. Para 2026, a Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) disponibilizou R$ 3,15 bilhões para Mato Grosso do Sul, divididos igualmente entre os setores rural e empresarial. Em 2023, o Estado foi o único da região a necessitar de aportes adicionais devido à alta demanda.

A primeira reunião do ano foi realizada na quarta-feira (28), no formato online, e conduzida pelo secretário executivo de Desenvolvimento Econômico Sustentável da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Rogério Beretta.

A Sudeco (Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste) disponibilizou o montante de R$ 3.157.333.597,00 para Mato Grosso do Sul investir pelo FCO em 2026, sendo metade para cada setor.

No ano passado, o valor total foi de R$ 3,240 milhões no Estado. O repasse inicial foi de R$ 2,7 bilhões, mas, com o aumento da demanda, o valor foi sendo reajustado.

“Fomos o único Estado da região que precisou de novos aportes de recursos porque o valor disponibilizado foi insuficiente para atender a demanda”, disse Beretta, já com a expectativa de que o valor reservado para 2026 seja reajustado no segundo semestre para atender à demanda.

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