Qual área deve ser prioridade nas políticas públicas para mulheres?
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Neste domingo (8), quando é celebrado o Dia Internacional da Mulher, o Campo Grande News quer ouvir a opinião dos leitores sobre quais áreas mais precisam de políticas públicas voltadas às mulheres. Entre as opções estão combate à violência, emprego e renda, saúde física e mental e creches e apoio à maternidade.
A data tem origem no início do século XX, a partir de movimentos operários na Europa e nos Estados Unidos que reivindicavam melhores condições de trabalho, salários justos e o direito ao voto feminino. Com o passar das décadas, o 8 de março se consolidou como um momento de reflexão sobre igualdade de direitos e desafios ainda enfrentados pelas mulheres.
Dados recentes mostram a importância do debate. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com base no Censo 2022, Mato Grosso do Sul possui população predominantemente feminina, com cerca de 1.400.498 mulheres, o que corresponde a 50,8% da população. O número representa um excedente de aproximadamente 43,9 mil mulheres a mais que homens no Estado.
Em Campo Grande, as mulheres também são maioria. O levantamento do IBGE aponta que elas representam cerca de 51,53% da população, com aproximadamente 36,3 mil mulheres a mais que homens entre os quase 900 mil habitantes do município.
Outro indicador que reforça a necessidade de políticas públicas voltadas às mulheres está relacionado à violência de gênero. Relatório divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que Mato Grosso do Sul ocupa a quarta posição entre os estados com maior risco proporcional para mulheres no Brasil.
Conforme o estudo “Retrato dos Feminicídios no Brasil (2021–2025)”, divulgado nesta semana, o Estado registrou 39 feminicídios em 2025, com taxa de 2,6 mortes para cada 100 mil mulheres, número acima da média nacional, que foi de 1,43.
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