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Política

Ex-ministro da Segurança Pública Raul Jungmann morre aos 73 anos

Atualmente ocupando cargo de diretor-presidente do Ibram, ex-deputado tratava câncer no pâncreas

Por Ana Paula Chuva | 19/01/2026 06:17
Ex-ministro da Segurança Pública Raul Jungmann morre aos 73 anos
O ex-ministro Raul Jungmann estava em tratamento por conta de câncer no pâncreas (Foto: Divulgação | Ibram)

O ex-deputado e ex-ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, morreu neste domingo (18) em Brasília. Desde 2022, ele era diretor-presidente do Ibram (Instituto Brasileiro de Mineração) e estava em tratamento por conta de câncer no pâncreas.

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O ex-ministro e ex-deputado Raul Jungmann faleceu neste domingo (18) em Brasília, após batalha contra um câncer no pâncreas. Natural de Pernambuco, ele ocupava desde 2022 o cargo de diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram).Jungmann teve uma carreira política expressiva, tendo chefiado três ministérios: Defesa e Segurança Pública durante o governo Temer, e Desenvolvimento Agrário na gestão FHC. Foi deputado federal por Pernambuco, vereador do Recife e presidiu o Ibama. Seu velório será restrito a familiares e amigos próximos.

Jungmann chegou a ser internado em novembro de 2025 e foi liberado em dezembro. No entanto, perto do Natal voltou a ser hospitalizado e saiu após o Ano Novo. No sábado (17), o ex-ministro precisou voltar ao hospital.  A morte foi confirmada pelo Instituto Brasileiro de Mineração.

Natural de Pernambuco, Raul Jungmann (sem partido) chefiou o Ministério da Defesa entre 2016 e 2018 e o Ministério da Segurança Pública em 2018, ambos durante o governo do ex-presidente Michel Temer. Antes, Jungmann já havia atuado no Ministério do Desenvolvimento Agrário durante a administração do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso entre 1999 e 2002.

Ele foi um dos poucos políticos brasileiros a comandar três ministérios em diferentes áreas. Jungmann também atuou como deputado federal por Pernambuco em 2003, 2010, 2015 e 2016, além de ter sido vereador do Recife (PE) entre 2013 e 2014.

O ex-ministro ainda presidiu o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e, desde 2022, ocupava o cargo de diretor-presidente do Ibram, que, em nota, informou que o velório acontecerá em cerimônia reservada, restrita a familiares e amigos próximos, desejo do próprio Jungmann.

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