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Cidades

Operação se espalha por cidades de MS para combater corrupção

Esquema tem foco nos contratos de Rio Negro e Corguinho, mas também há alvo em Terenos

Por Aline dos Santos | 10/02/2026 07:38
Operação se espalha por cidades de MS para combater corrupção
Viatura do Batalhão de Operações Policiais Especiais dá apoio à ação em Terenos. (Foto: Direto das Ruas)

O Gecoc (Grupo Especial de Combate à Corrupção) e o Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado) deflagraram operação nesta terça-feira (dia 10).

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O Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc) e o Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) realizam operação em diversos municípios de Mato Grosso do Sul. A ação investiga esquemas de corrupção envolvendo servidores públicos e empresas nas cidades de Rio Negro e Corguinho. Em Terenos, município com 18.182 habitantes localizado a 31 km de Campo Grande, as investigações se intensificaram. A cidade já foi alvo da operação Collusion em janeiro, que apurou fraudes em licitações e contratos públicos relacionados a serviços gráficos na prefeitura e Câmara Municipal.

É investigado esquema de corrupção com foco nos municípios de Rio Negro e Corguinho, valendo-se da participação de servidores públicos locais e de diversas empresas para a execução dos esquemas ilícitos. Também há alvos em outras cidades.

A reportagem não conseguiu contato com as prefeituras de Rio Negro e Corguinho

Em Terenos, a 31 km de Campo Grande, equipes se espalharam por vários pontos da cidade.

Com 18.182 habitantes, o município vizinho à Capital se tornou um “celeiro” de operações. Em 21 de janeiro, na operação Collusion, o Gaeco investigou organização criminosa voltada à prática de crimes contra a administração pública, em especial fraudes às licitações e contratos públicos, bem como crimes correlatos ligados a materiais e serviços gráficos firmados com o município de Terenos e com a Câmara Municipal da cidade.

No ano passado, o prefeito Henrique Budke (PSDB) foi alvo de investigação e se afastou do comando do Poder Executivo. A operação Spotless mostrou que o patrimônio de Budke passou de R$ 776 mil para R$ 2,46 milhões, aumento incompatível com sua renda oficial.

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