Fiscalização aperta cerco a transporte irregular no entorno da rodoviária
Condutores flagrados operavam fora das normas e sem garantias de segurança aos passageiros

A região da rodoviária de Campo Grande voltou a ser alvo de fiscalização contra o transporte irregular de passageiros. Em operação realizada ao longo de vários dias, equipes da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) intensificaram abordagens para coibir a atuação de veículos clandestinos, prática considerada ilegal e de risco à população.
RESUMO
Nossa ferramenta de IA resume a notícia para você!
A região da rodoviária de Campo Grande foi alvo de operação contra o transporte irregular de passageiros. A ação, realizada pela Agetran, GCM e Agems, resultou em autuações e remoção de veículos que operavam clandestinamente. A fiscalização continuará intensificada em pontos estratégicos, visando coibir essa prática que representa risco aos usuários. As autoridades orientam a população a utilizar apenas serviços regulamentados, que garantem segurança e responsabilidade no transporte.
A ação reuniu forças do trânsito municipal, da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e da área de Mobilidade Urbana, com apoio da Agems, ampliando também o alcance do combate ao transporte intermunicipal irregular.
- Leia Também
- Operação contra transporte clandestino abordou 232 veículos durante o Carnaval
- Agetran apreende veículos que faziam transporte clandestino na Rodoviária
Durante as abordagens, diversos condutores foram flagrados realizando transporte de passageiros sem autorização. Após verificação, os fiscais constataram que os veículos operavam fora das normas exigidas, caracterizando transporte clandestino.
Diante das irregularidades, foram aplicadas medidas administrativas, incluindo autuações e remoção dos veículos. Segundo a Agetran, a fiscalização deve continuar de forma intensificada, especialmente em pontos estratégicos onde há maior incidência desse tipo de atividade.
Além de ilegal, o transporte clandestino representa risco direto aos usuários. Em muitos casos, os veículos não passam por manutenção adequada e os condutores não possuem qualificação ou qualquer tipo de controle por parte dos órgãos reguladores, o que compromete a segurança de quem utiliza esse tipo de serviço.
A orientação é que passageiros optem sempre por serviços regulamentados, que oferecem garantias mínimas de segurança, fiscalização e responsabilidade.

