Fumacê reforça combate ao Aedes aegypti em 2 bairros nesta terça na Capital
Carros de borrifação percorrem ruas do Nova Lima e Noroeste entre 16h e 22h

Com o objetivo de reduzir a circulação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, a Prefeitura de Campo Grande intensifica nesta terça-feira (10) as ações de combate ao vetor em dois bairros da Capital. O serviço de borrifação ultrabaixo volume (UBV), popularmente conhecido como fumacê, será realizado nas regiões do Nova Lima e Noroeste.
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As equipes da Gerência de Controle de Endemias Vetoriais (GCEV), vinculada à Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), vão percorrer as ruas dos bairros das 16h às 22h, período considerado mais adequado para atingir os mosquitos adultos em atividade.
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A aplicação do inseticida é feita por meio de veículos equipados com equipamentos de nebulização, que liberam uma névoa fina capaz de alcançar áreas externas e parte dos ambientes internos das residências. Para aumentar a eficácia da ação, a orientação é simples: manter portas e janelas abertas durante a passagem do fumacê, permitindo que o produto alcance os locais onde o mosquito costuma se esconder.
Combate contínuo
O fumacê atua principalmente contra mosquitos adultos, com foco nas fêmeas do Aedes aegypti — responsáveis pela transmissão das arboviroses. Ainda assim, a estratégia é considerada complementar às demais ações de controle, já que não elimina ovos e larvas.
Por isso, a principal recomendação continua sendo a eliminação de criadouros, como recipientes com água parada em quintais, calhas, vasos de plantas e caixas d’água destampadas.
Condições climáticas podem alterar operação
A Secretaria Municipal de Saúde alerta que a operação pode ser adiada ou suspensa caso ocorram chuvas, ventos fortes ou neblina. Essas condições meteorológicas dificultam a dispersão do inseticida e reduzem a efetividade da aplicação.
A ação faz parte do conjunto de estratégias adotadas pelo município para reduzir a presença do mosquito e evitar a propagação das arboviroses, que costumam registrar maior incidência nos períodos mais quentes e chuvosos do ano.

