Ingá caído bloqueia casas e figueira é nova ameaça no Jardim das Cerejeiras
Equipes da Defesa Civil e da prefeitura estão no local para avaliar retirada dos galhos
A queda de uma árvore e o risco de outra cair são a dor de cabeça do dia dos moradores no Jardim Cerejeiras. Pelo menos dois portões estão bloqueados pelos galhos, e equipes da prefeitura e da Defesa Civil estão no local para averiguar como fazer a retirada.
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Uma figueira caiu e bloqueou o acesso a residências no Jardim das Cerejeiras, em Campo Grande. A árvore despencou em duas etapas: a primeira parte durante uma ventania na madrugada de terça-feira (3), e a segunda no dia seguinte à tarde. Equipes da Prefeitura e da Defesa Civil avaliam a situação para realizar a remoção. Na mesma região, moradores enfrentam outra preocupação com um ingá que ameaça cair. A árvore, com raízes expostas, causa apreensão especialmente em dias chuvosos. A Prefeitura é responsável pela manutenção de árvores em áreas públicas, e a Energisa orienta manter distância de 20 metros em casos de cabos rompidos.
Parte do ingá caiu na madrugada de terça-feira (3), segundo a pintora Rosa Maria, 60 anos, durante ventania. A outra metade despencou caiu ontem mesmo, à tarde. Os galhos estão atravessados e bloqueiam a garagem da casa. A sorte é que ela e o marido têm outro carro, na casa do cunhado e assim estão conseguindo trabalhar.
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Outros dois vizinhos não tiveram a mesma sorte e os galhos bloqueiam os portões de entrada. Nessas casas, a reportagem não encontrou os moradores.
Rosa conta que mora no imóvel há 19 anos e o ingá já estava lá. Ela até pensou em cortar a árvore, mas diz que não tinha autorização para mexer. “Se fosse fazer corte particular, ficaria uns R$ 10 mil”.
Equipes da prefeitura e da Defesa Civil discutem como vai ser a retirada da árvore, já que parte da fiação ainda pode estar energizada. Por isso, discutem se acionam a concessionária Energisa. A energia, que havia sido cortada após o incidente, voltou ainda de madrugada.
Na outra esquina, na Rua Romeu Mendes Bandeira da Silva, é uma figueira que ameaça a casa de catador de material reciclável Ronaldo Rodrigues, 38 anos. Alguns galhos estão pendurados na parte interna do portão e outros estão na casa do vizinho. Quando chove segundo ele, o tronco dividido vira uma “cachoeira”. A raiz está exposta e o receio é que a queda seja iminente.
“Aqui eu tenho cinco guris e, quando chove, eles já correm para casa da minha sogra”, contou. A esposa trabalha durante o dia e ele diz que não consegue sair tranquilo. “Essa árvore pode cair a qualquer momento”.
O que fazer? - O Campo Grande News já divulgou o que fazer no caso de queda de árvore, confira, clicando aqui. Nos casos em que a planta esteja em área pública, oferecendo risco ou não, a responsável pela poda ou sua retirada é a Prefeitura de Campo Grande.
Em nota, a Energisa orienta o procedimento em casos de rompimento de cabos: a orientação é manter distância, já que fios caídos representam risco extremo de choque elétrico. A recomendação é se afastar pelo menos 20 metros e não tocar em postes, cercas, árvores ou qualquer objeto que esteja em contato com a fiação.
Se um cabo atingir um veículo, o motorista deve permanecer dentro do carro até a chegada do resgate. Caso o veículo comece a pegar fogo, a saída deve ser feita com os dois pés juntos, caminhando com passos curtos e sem separá-los. Também é importante aguardar o atendimento técnico da Energisa antes de tentar remover galhos ou realizar qualquer tipo de reparo.
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