MS tem expectativa de “desenrolar” UFN-3 em 2026
Plano da Petrobras prevê conclusão da unidade de fertilizantes em 2029
O Governo do Estado vai iniciar 2026 com uma lista de obras e projetos a serem tirados do papel. A expectativa é de que esse ano, as obras da UFN-3 (Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III) comecem a ser desenroladas.
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O Governo de Mato Grosso do Sul planeja iniciar importantes obras em 2026, com destaque para a retomada da construção da UFN-3 (Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III). O projeto, que está 81% concluído e demandará investimentos de R$ 3,5 bilhões, teve sua conclusão prevista pela Petrobras para 2029. Entre outros projetos estratégicos, destaca-se a Rota da Celulose, que abrangerá 870 quilômetros de rodovias com investimentos de R$ 6,9 bilhões. O estado também prevê avanços em concessões de hidrovias e ferrovias, além de novos investimentos no setor agroindustrial, com expectativa de crescimento do PIB em 6,5% até o final de 2025.
A avaliação é do secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso do Sul, Jaime Verruck. “Temos uma perspectiva desse ano de, efetivamente, desenrolar a UFN-3. As questões estão bastante avançadas. A finalização é 29 [2029], mas temos expectativa de que a gente inicie efetivamente as obras ainda em 26 [2026]”, destacou.
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No dia 28 de novembro do ano passado, a Petrobras divulgou o Plano de Negócios 2026-2030. Neste plano, a estatal “empurrou” para 2029 a conclusão da UFN-3, sendo que no cronograma anterior, o início da operação era em 2028.
A estimativa é de cerca de R$ 3,5 bilhões para finalizar a obra, que está 81% concluída. A construção foi paralisada no final de 2014.
Além da UFN3, Verruck apontou que 2026 deve marcar o início das obras da chamada Rota da Celulose, investimento considerado estratégico para melhorar a logística do Estado.
A Rota da Celulose abrange as rodovias estaduais MS-040, MS-338 e MS-395, além de trechos das federais BR-262 e BR-267. O contrato prevê 30 anos de gestão de 870 quilômetros de rodovias em Mato Grosso do Sul, com investimentos de R$ 6,9 bilhões, sendo R$ 3,2 bilhões em custos operacionais.
Outro destaque é o avanço da agenda de concessões, com os leilões da hidrovia e da Ferrovia Malha Oeste, além da programação do início das obras da ferrovia ligada ao projeto da Arauco.
“Eu acredito que em 2026, Mato Grosso do Sul tem todas as possibilidades. Temos perspectiva de diversificação da produção, consolidação de grandes projetos logísticos, início e avanço de obras relevantes ao ponto de vista de investimento privado. Então, no ponto de vista econômico, Mato Grosso do Sul entra efetivamente em 26 [2026] com boas perspectivas”, finalizou.
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