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Educação e Tecnologia

Dados de atendimentos e vacinação passam a ser liberados para estudos na Capital

Acesso deve ser controlado e condicionado à aprovação de grupo técnico do município

Por Kamila Alcântara | 24/03/2026 15:47
Dados de atendimentos e vacinação passam a ser liberados para estudos na Capital
Paciente em atendimento médico em unidade de saúde em Campo Grande (Foto: Divulgação Sesau)

A Prefeitura publicou nesta terça-feira (24), em edição extra do Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande), norma que autoriza o uso de uma ampla base de dados da rede pública de saúde para pesquisas e estudos.

RESUMO

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A Prefeitura de Campo Grande autorizou o uso de dados da rede pública de saúde para pesquisas e estudos. A base inclui informações sobre consultas médicas, odontológicas, visitas domiciliares, vacinação e exames realizados nas unidades de saúde.O acesso aos dados será controlado por um grupo técnico da prefeitura e, em alguns casos, necessitará aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa. As informações disponibilizadas abrangem idade dos pacientes, tipos de atendimento, doenças registradas e marcadores de consumo alimentar da população.

Na prática, o município passa a permitir que informações sobre atendimentos realizados nas unidades de saúde sejam analisadas por pesquisadores. O material inclui desde consultas médicas e odontológicas até visitas domiciliares, vacinação, exames e procedimentos realizados pelas equipes.

A lista de dados é extensa e detalha o funcionamento do sistema de saúde no dia a dia. Estão incluídas informações como idade dos pacientes, tipo de atendimento, doenças registradas, encaminhamentos e resultados. O objetivo é permitir uma visão mais completa da rede.

O próprio texto deixa claro o alcance dessas informações ao listar a “produção” das unidades, com registros de atendimentos individuais, atividades coletivas, visitas domiciliares e até marcadores de consumo alimentar da população.

Apesar da abertura, o acesso não será automático. Os interessados precisarão passar por avaliação da prefeitura. “A liberação dos dados será condicionada à apreciação e aprovação” de um grupo técnico responsável, diz o decreto.

Além disso, dependendo do tipo de estudo, pode ser necessário aval do Comitê de Ética em Pesquisa. “Esta análise não substitui eventuais necessidades metodológicas” desse tipo de autorização, reforça o texto.

A medida abre espaço para estudos mais aprofundados sobre a realidade da saúde pública em Campo Grande, mas mantém o controle sobre quem poderá acessar os dados e como eles serão utilizados.

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