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Educação e Tecnologia

Expansão de cursos mira tecnologia, engenharia e inteligência artificial

Proposta une demanda do mercado e diretrizes do Ministério da Educação

Por Kamila Alcântara | 10/02/2026 14:24
Expansão de cursos mira tecnologia, engenharia e inteligência artificial
Alunos no corredor da Universidade, sendo recebidos pelo mascote (Foto: Marcos Maluf)

A UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) apresentou ao Ministério da Educação uma proposta para ampliar a oferta de cursos nas áreas de tecnologia, engenharias, matemática e inteligência artificial, com foco já no próximo Sisu (Sistema de Seleção Unificada). A articulação foi feita durante reunião da reitora Camila Ítavo com o ministro Camilo Santana, em Brasília.

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A UFMS apresentou ao Ministério da Educação uma proposta para ampliar a oferta de cursos nas áreas de tecnologia, engenharias, matemática e inteligência artificial. A iniciativa, discutida em reunião entre a reitora Camila Ítavo e o ministro Camilo Santana, visa atender ao próximo Sisu.A definição das áreas prioritárias foi baseada em estudos internos que consideraram vocações regionais, tendências do mercado e diretrizes do MEC. A expansão responde tanto ao interesse crescente dos estudantes quanto às demandas do setor produtivo por profissionais qualificados nestas áreas estratégicas.

Segundo a reitora, a definição das áreas prioritárias responde tanto ao interesse dos estudantes quanto às necessidades do mercado de trabalho. “Temos observado um crescimento expressivo na procura por áreas tecnológicas, tanto pelos jovens quanto pelos setores produtivos”, afirmou.

Ela acrescenta que o mercado tem apontado “de forma muito clara, a necessidade de profissionais qualificados em engenharia, ciência de dados, inovação e inteligência artificial”.

Camila Ítavo destacou que a proposta também segue uma orientação direta do Ministério. “Essa também é uma orientação do próprio Ministério, que tem solicitado que as universidades federais ampliem sua atuação em áreas estratégicas para o desenvolvimento do país”, disse, citando as áreas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) e as tecnologias emergentes.

Antes de levar o projeto ao Ministério, a UFMS realizou estudos internos para avaliar a viabilidade dos novos cursos. “Fizemos um trabalho técnico dentro da Universidade, analisando vocações regionais, tendências do mercado, diretrizes do MEC e a capacidade instalada da UFMS”, explicou. Segundo ela, a criação dos cursos é “uma resposta responsável e estratégica” às demandas da sociedade, dos estudantes e do país.

Para a reitora, a iniciativa marca um momento de expansão com foco definido. “Não estamos apenas criando novos cursos, estamos ampliando oportunidades onde elas realmente fazem diferença”, termina.