Pinha é fruta esquecida que pode vira sorvete natural e sem açúcar
Para variar nesse calor, ela é opção diferentona feito em casa e melhor: saudável
Para variar nesse calor, até pinha pode virar sorvete, diferentão, feito em casa e melhor: saudável. Doce, cremosa e pouco explorada, a pinha, também chamada de fruta do conde, é uma das estrelas do verão.
RESUMO
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A nutricionista Giovana Messias explica ao Lado B que ela é rica em vitamina C e vitaminas do complexo B, além de conter minerais e compostos antioxidantes que ajudam na imunidade, na energia e no funcionamento intestinal. Traduzindo: é doce, mas não é vazia em nutrientes. Além do sorvete, ela também pode virar uma mousse gelada sem açúcar.
Se a ideia é fugir dos sorvetes industrializados, essa é uma alternativa prática. Tudo o que você vai precisar é da polpa de 2 pinhas maduras, 1 pote de iogurte natural de 110 g, algumas gotas de limão e hortelã, que entra como opcional.
Para preparar, é fácil. Bata tudo até formar um creme homogêneo e leve à geladeira por pelo menos 1 hora. A textura fica aerada e naturalmente adocicada, dispensando açúcar. Se a ideia é deixar mais consistente, deixe 20 minutos no congelador antes de servir.
“Pessoas com diabetes podem consumir pinha, mas devem preferir a fruta in natura, controlar a porção, pois é naturalmente mais doce, e, se possível, associar com proteínas ou fibras, como iogurte natural ou castanhas, para reduzir o impacto glicêmico.”
Ignorar a quantidade porque é fruta é um erro básico. Natural não significa neutro para a glicose; ela pontua. A fruta pode aumentar a saciedade e diminuir a vontade de doces industrializados. Ótimo. Mas trocar o almoço por fruta é estratégia fraca. A alimentação equilibrada continua sendo a regra.
“No caso de crianças, oferecer a pinha já retirada da casca e das sementes, geladinha ou misturada com outras frutas, pode estimular o consumo e ajudar na formação de hábitos saudáveis desde cedo.”
A pinha amadurece rápido e exige atenção no armazenamento. Se ainda estiver verde, deve ficar fora da geladeira, em local fresco e ventilado, até amolecer levemente ao toque. Depois de madura, o ideal é manter sob refrigeração por no máximo 2 dias, pois a polpa fermenta e escurece com facilidade.
Já a polpa retirada pode ficar na geladeira por até 24 horas, em pote bem fechado, ou ser congelada por até três meses, preservando sabor e nutrientes.
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