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Saúde e Bem-Estar

H3N2 já provocou duas mortes este ano em Mato Grosso do Sul

Subtipo do influenza, o vírus tem linhagem chamada de gripe K que circula desde dezembro no País

Por Cassia Modena | 25/01/2026 07:59
H3N2 já provocou duas mortes este ano em Mato Grosso do Sul
Vacinação contra o vírus influenza começou por grupos prioritários em abril de 2025, em Campo Grande (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)

Do início deste ano até 17 de janeiro, duas pessoas morreram em Mato Grosso do Sul devido à SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) provocada pelo H3N2, subtipo do vírus influenza. O número foi divulgado no último boletim epidemiológico divulgado pela SES (Secretaria Estadual de Saúde).

RESUMO

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Mato Grosso do Sul registrou duas mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causada pelo vírus H3N2 em 2024. As vítimas, residentes em Corumbá e Sidrolândia, tinham mais de 60 anos, sendo que uma delas apresentava comorbidade com imunodeficiência. O estado foi o primeiro a identificar casos da gripe K, uma nova linhagem do H3N2, com 12 infectados em dezembro de 2023. Em 2023, o H3N2 causou 10 mortes no estado, enquanto o H1N1 registrou número recorde de 127 óbitos desde 2009.

O documento não detalha se os casos estão também relacionados à gripe K, uma linhagem do H3N2 que foi identificada no Brasil pela primeira vez em dezembro do ano passado, segundo a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). A reportagem pediu mais informações à assessoria da pasta e aguarda retorno.

Mato Grosso do Sul foi o primeiro estado a ter a gripe K identificada. Até 22 de dezembro, a SES havia confirmado 12 pessoas infectadas, mas nenhuma morte. Os pacientes têm entre três meses e 87 anos de idade e moram em Campo Grande, Costa Rica, Nioaque, Ponta Porã e Três Lagoas.

Óbitos - As pessoas que morreram por SRAG este ano moravam em Corumbá e Sidrolândia, e tinham mais de 60 anos. A que morava em Sidrolândia tinha 65 anos e comorbidade que causava imunodeficiência. Mais informações sobre o outro não foram divulgadas.

No ano passado, o H2N3 provocou 10 mortes no Estado. Em relação ao vírus influenza, o que mais causou óbitos foi o H1N1, inclusive, em quantidade recorde na série histórica monitorada pela SES desde 2009: foram 127 vítimas.