ACOMPANHE-NOS     Campo Grande News no Facebook Campo Grande News no X Campo Grande News no Instagram Campo Grande News no TikTok Campo Grande News no Youtube
FEVEREIRO, QUARTA  25    CAMPO GRANDE 26º

Enquetes

O projeto Antifacção vai reduzir o poder territorial de facções? Participe

O texto aprovado pela Câmara retoma pontos endurecidos e segue agora para sanção presidencial

Por Mileny Barros | 25/02/2026 09:02
O projeto Antifacção vai reduzir o poder territorial de facções? Participe
O plenário da Câmara dos Deputados. (Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados)

Você acredita que o Projeto de Lei Antifacção vai realmente reduzir o poder territorial de facções? Essa é a pergunta da nova enquete do Campo Grande News, após a aprovação do projeto pela Câmara dos Deputados, na noite desta terça-feira (24).

RESUMO

Nossa ferramenta de IA resume a notícia para você!

O Projeto de Lei Antifacção, aprovado pela Câmara dos Deputados, retoma pontos importantes do texto original após rejeitar alterações do Senado. A proposta estabelece a divisão igualitária de bens apreendidos entre fundos de segurança pública e reintroduz o conceito de "organização criminosa ultraviolenta". O texto prevê penas de até 40 anos para determinados crimes, restringe direitos de líderes de facções e seus familiares, como auxílio-reclusão e direito a voto, além de determinar o cumprimento de pena em presídios federais de segurança máxima. A proposta segue para sanção presidencial.

O chamado PL (Projeto de Lei Antifacção) foi aprovado em votação simbólica (quando os deputados levantam as mãos sem registro nominal do voto). Os deputados rejeitaram alterações feitas pelo Senado e retomaram, em grande parte, o texto original da Câmara. A proposta agora segue para sanção presidencial.

Relator da matéria, o deputado Guilherme Derrite (PP-SP) criticou as mudanças promovidas pelos senadores e apresentou parecer recompondo trechos considerados centrais. Entre eles está a divisão, em partes iguais, de bens e valores apreendidos entre o Fundo Nacional de Segurança Pública e os fundos estaduais, nos casos de operações conjuntas.

O relatório também restaurou o termo “organização criminosa ultraviolenta” e recriou o tipo penal de “domínio social estruturado”, além de retomar a previsão de pena base que pode chegar a 40 anos em determinados crimes.

Outro ponto restabelecido foi o corte do auxílio-reclusão para familiares de líderes de facções, bem como a restrição ao direito de voto de presos ligados a essas organizações. O texto ainda determina que líderes de grupos criminosos cumpram pena exclusivamente em presídios federais de segurança máxima.

Entre os trechos mantidos parcialmente está a criação da Cide-Bets, contribuição sobre apostas esportivas destinada ao financiamento da segurança pública. No entanto, destaque aprovado em plenário determinou que esse ponto seja transformado em projeto de lei autônomo.

Vote e participe do debate nas redes sociais do Campo Grande News.

Enquete

Você acredita que o PL Antifacção vai realmente reduzir o poder territorial de facções?

Sim

26%

Não

74%
Este site é protegido pelo reCAPTCHA e pelo Google.
Política de Privacidade e Termos de serviço.