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Romance de prefeito acaba na delegacia com iPhone quebrado

Por Kamilla Alcântara e Ketlen Gomes | 28/01/2026 06:00
Romance de prefeito acaba na delegacia com iPhone quebrado
Prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro (PSDB) ao lado a ex-namorada durante evento (Foto: Reprodução)

Fim do amor - Depois de seis meses de muito amor exibido nas redes sociais, o romance do prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro (PSDB), saiu do Instagram direto para a delegacia. O relacionamento terminou oficialmente há duas semanas e ontem a ex-namorada registrou Boletim de Ocorrência por dano e violência doméstica.

Fim do Iphone 17 Pro Max - Segundo registro policial, Karen Andrade foi buscar os pertences que ainda estavam na casa e na chácara do prefeito, às margens da MS-141. No meio da arrumação, Juliano apareceu, e quebrou o iPhone 17 Pro Max dela com uma pedra. Fim do aparelho e e começo da guerra. Conforme o relato da ex, ao avisar que procuraria a polícia, ela teria ouvido a clássica frase: “Pode ir, não vai dar em nada”.

Outro lado - Em um vídeo publicado nas redes sociais, Juliano Ferro apresentou sua versão dos fatos. Segundo o prefeito, o relacionamento terminou durante um “desacordo” ocorrido na praia, no dia 13 de janeiro, motivado por ciúmes. O prefeito reforçou que nunca houve agressões de nenhuma das partes. Embora não tenha confirmado que tenha quebrado o celular da ex-companheira, Juliano Ferro admitiu que comprou um novo aparelho para ela após o registro do boletim de ocorrência. “Ela foi à loja, pegou um telefone, um iPhone 17, acabei de pagar aqui 9.200 reais”, declarou. No vídeo, que tem mais de 9 minutos, ele comentou um pouco mais sobre o término conturbado, sempre negando qualquer tipo de agressão e dizendo não entender o motivo do pedido de medida protetiva.

Correção – A prefeita Adriane Lopes (PP) anulou e refez os atos de nomeação de Marcelo Luiz Brandão Vilela na Secretaria Municipal de Saúde. Decreto publicado ontem (27) tornou sem efeito a nomeação de 30 de dezembro, enquanto outros dois regularizaram o enquadramento funcional e reconduziram o servidor ao cargo de secretário, com efeitos a partir de 1º de janeiro.

Retorno adiantado – A prefeita Adriane Lopes (PP) adiantou o retorno das férias da vice e secretária municipal de Assistência Social e Cidadania, Camilla Nascimento de Oliveira. Segundo a própria Camilla, o retorno estava previsto para sábado (31), mas foi antecipado para a última segunda-feira (26).

De olho no orçamento – No Diário Oficial de Campo Grande, a medida foi justificada por “necessidade administrativa”, sem mais detalhes. Entretanto, ao Campo Grande News, a vice afirmou que voltou para “acompanhar de perto a etapa mais importante do nosso planejamento, que é o orçamento e a movimentação do sistema financeiro da SAS”.

Derreteu - Chegou ao Tribunal de Contas uma denúncia sobre a compra de picolés e refrigerantes para a Semana das Crianças, em Costa Rica, com a suspeita de que a quantidade teria sido maior do que o necessário para os alunos da rede municipal. A reclamação citava possível desperdício de dinheiro público e questionava se todos os estudantes, inclusive os bebês, consumiriam os itens.

Arquivado - A Corte analisou os números, conferiu os preços e concluiu que a compra estava dentro do esperado para um evento que dura vários dias, com valores compatíveis com o mercado. Sem indícios de irregularidade ou prejuízo aos cofres públicos, a denúncia acabou arquivada e o caso foi encerrado.

CTRL + Z - Três meses depois de a Prefeitura anunciar a mudança de CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) para GCZ (Gerência de Controle de Zoonoses), o órgão voltou a ser chamado pela sigla antiga ao menos nas redes sociais. Os perfis oficiais no Instagram e no Facebook agora usam novamente o bom e velho CCZ, retomando a denominação mais conhecida pelos campo-grandenses.  A mudança para GCZ já vinha dando sinais de dificuldade para se firmar, tanto que a fachada do prédio na Avenida Filinto Müller nem chegou a ser atualizada.

Caminhada em MS? – Após ter participado da caminhada de Goiás para Brasília, o deputado federal Marcos Pollon (PL) afirmou que quer fazer o mesmo em Mato Grosso do Sul. O movimento seria chamado de “Acorda MS” e levaria a caminhada em protesto às prisões dos envolvidos no dia 8 de janeiro e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), para todos os municípios do Estado. Em nota, o parlamentar diz ainda que a caminhada “reacendeu a vontade de lutar pela liberdade” do povo brasileiro, mas não deu mais informações sobre como seria essa iniciativa.