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Vereadora quer saber quem anda enganando secretário de Saúde

Por Kamila Alcântara e Mylena Fraiha | 27/01/2026 06:00

Diga nomes – Após o secretário municipal de Saúde, Marcelo Vilela, afirmar que pretende “apertar o cerco” contra os chamados atestados “amigos” na Saúde, onde supostamente servidores concedem o documento uns aos outros, a vereadora Luiza Ribeiro (PT) protocolou pedido oficial de explicações à pasta. A parlamentar quer documentos que comprovem denúncias de emissão sistemática de atestados médicos com indícios de ilegalidade, tanto por servidores públicos concursados quanto por contratados.

Justa causa – No pedido, Luiza solicitou que a Sesau envie, em até cinco dias úteis, informações e documentos sobre as denúncias citadas pelo próprio secretário de Saúde dentro da secretaria. Para a vereadora, se confirmadas, as práticas podem configurar crimes, por “comprometer o atendimento à população em meio à crise na saúde pública municipal”, e até resultar em demissão por justa causa, por quebra de confiança com a Administração Pública.

Bodas de Pérola – Em publicação conjunta no Instagram, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, e o ex-secretário de Governo, Eduardo Rocha, celebraram as bodas de pérola, marcando 30 anos de casamento. O vídeo compartilhado reúne registros da trajetória do casal desde o “sim”, com a bênção do pai da ministra, Ramez Tebet, além de fotos com as filhas, compromissos políticos e viagens feitas juntos. Na legenda, Simone Tebet destacou: “30 anos de amor, escolhas e parceria. Celebrar o casamento é renovar compromissos. Hoje comemoro 30 anos de casada com Eduardo Rocha. Uma história de amor construída com respeito, companheirismo e momentos de muitas felicidades. Da nossa união, nossas filhas, nosso maior tesouro”.

No banco dos réus - Gerson Miranda, o Dr. Gerson, candidato a vereador pelo MDB em Rio Verde de Mato Grosso, acabou no banco dos réus depois de ser acusado de transportar eleitores no dia da eleição, prometer R$ 100 em troca de voto e ainda fugir da polícia durante uma abordagem. A história começou quando a PM recebeu denúncia anônima de compra de votos, perseguiu o carro do candidato e encontrou três eleitores dentro.

Não é bem assim - No julgamento, porém, o enredo desmoronou. Em juízo, todos os passageiros disseram que foi só carona, negaram promessa de dinheiro e afirmaram que não houve pedido de voto nem que levavam material de campanha no carro. Os próprios policiais divergiram sobre como teria sido a abordagem.

Final infeliz - Resultado: o juiz concluiu que não houve prova suficiente de crime eleitoral nem de desobediência e absolveu Dr. Gerson de todas as acusações. Moral da história: barulho grande no dia da eleição, mas zero condenação no fim. Para o candidato, o final foi meio feliz, porque depois dessa trabalheira, nem eleito ele foi.

Coelhinho da Páscoa - Mesmo ainda sendo janeiro, a Prefeitura de Aquidauana já está com o olhar voltado para a Páscoa, comemorada apenas em 5 de abril. A administração municipal abriu licitação para a compra de ovos de chocolate, destinados a programas e projetos sociais da Secretaria Municipal de Assistência Social e aos alunos da rede municipal de ensino.

O que trazes pra mim? - O planejamento prevê a compra estimada de 6.600 ovos de Páscoa, com preço de referência de R$ 21,83 por unidade, podendo chegar a um total de R$ 144 mil, mesmo com mais de dois meses de antecedência em relação à data comemorativa. O edital detalha minuciosamente as especificações dos produtos: ovos de chocolate ao leite entre 150g e 160g, com exigências técnicas rigorosas quanto à composição, percentual mínimo de cacau e leite, ausência de gordura hidrogenada, além de critérios específicos de embalagem, rotulagem e validade.

Fim do randandandan? - Pratica comum em Campo Grande, tem projeto de lei querendo acabar com o "randandandan" de motociclista e barulheira infernal de veículos modificado. A Câmara dos Deputados analisa proposta de endurecer as punições contra motoristas que reincidirem no uso de veículos com barulho excessivo causado por modificações ilegais, como escapamento livre ou silenciador adulterado.

Contravenção - A proposta, de autoria do deputado Kim Kataguiri, transforma a reincidência em contravenção penal, prevendo prisão simples ou multa de R$ 1 mil para quem voltar a cometer a infração em até 12 meses, com valor dobrado em nova reincidência. Hoje, o Código de Trânsito Brasileiro limita as punições a sanções administrativas. O texto ainda precisa passar pelas comissões temáticas e ser aprovado pela Câmara e pelo Senado Federal, tramitando em regime ordinário, sem urgência, o que tende a alongar a análise.